quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Sepultura and the borders between thrash, death and black metal.

Sepultura. One of the most important metal bands ever. One that took part on the development of thrash, black and death metal, and built up the history of these genres. Songs like "Troops of Doom" and "Antichrist" are early classics, "Beneath the Remains" and "Arise" marked the death metal Flórida sound, and Chaos A.D. and Roots changed the face of 90s heavy music.

On this video, we try to understand the band's history, observing how they influenced the heavy metal landscape and the genres of extreme metal that followed them. On the second section we move on to discuss the new album, "the mediator between head and hands must be the heart", a comeback t Sepultura's origins in some ways. However, comeback to earlier creations is done with the maturity and technique of today, with an appreciation of the whole of the band's trajectory.


PART I



PART II



terça-feira, 23 de setembro de 2014

The state of modern (retro) metal and the rise of hipster metal


A hipster/deathcore kid with a horrendous haircut, horrible “earrings” that should be caught with a fishing rod and pulled as hard as possible, dressed up with a... Mayhem shirt. Positioning himself ironically and eclectically before the most "evil" metal genre there is, black metal. Post-modernist pop culture reaches a climax.

Fenriz must feel sardonic wrath at this, the result of his life's work!
 
Well boys and girls! When things get to the point that Thurston Moore is playing in a black metal band (something which he wouldn't do at gun point in 1992), when we get to the point he is even interested in that, it means that this day has arrived.

The day arrived a few years ago, and this can't be denied any longer
. Extreme metal is being not only accepted, but also admired - and produced - by hipsters. The body of work of the hipster influence (or infection, depending where you stand) has been gradually growing. It must be acknowledged!


Its seemed unlikely that extreme metal would turn into something hip, trendy, stylish and cult. Synonymous with intellectual artistic pursuits, accepted by the ones who are hip, stylish and cool, respected by the ones who are hip, trendy stylish and cool. All of this done with a dark and menacing veneer. But it doesn't matter how baffled one can be; it has happened. The blasé and pretentious artistic image of Velvet Underground finally crossed over with satanic rock music. 

In an attempt to understand this phenomenon, I wrote this book on the subject. The question is: if hipsters are using metal music to produce their art, what is the result? Can we trace a history of it at this stage? Is there any real content to it? Is it good? Is it bad? What is it? What is happening, and why is it happening?

It is time to analyze the data. 


The text is long. But so what? Are you busy ? No, you're on the Internet, and no one who is on the internet is busy. So let's just discuss this.

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quinta-feira, 6 de março de 2014

Carcass - Surgical Steel Review - English



After 17 years Carcass released a new album. Adding up elements from all moments of their career, the bands attempts to top their 1993 album Heartwork. Have they succeeded? Watch our review!





sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Carcass - Surgical Steel




Após 17 anos de inatividade no estúdio os fundadores do Grindcore e do Death Metal Carcass voltam com um novo álbum. Nestes dois vídeos procuramos entender o papel do Carcass na história do Death Metal, e depois mergulhamos na resenha do disco em si.



Mama - Del Toro e Muschietti

Mama de Andres Muschietti surge como filme de horror sobrenatural, inspirado no momento do cinema Japonês que aborda o tema de fantasmas e a repetição de acontecimentos obscuro do passado dos personagens como fonte de conflito. O filme, produzido pelo célebre Guilherme Del Toro (diretor de "O Labirinto do Pan" e "Hellboy", entre outros) é produtor do filme, e sua marca autoral fica clara na obra. Vamos ver como isso se da.




Guillermo del Toro é um diretor muito comentado tanto pela sua competência quanto pelo seu apego e esmero no acabamento estético/visual. Apesar de Mama ser dirigido por Andres Muschietti, del Toro foi o produtor e as marcas disso estão visíveis por toda produção. O professor de roteiro Joaquim Ghirotti parte desde filme para comentar a carreira deste produtor/diretor que claramente almeja deixar sua marca na história do cinema de horror.



Sepultura - The mediator between head and hand must be the heart

O Sepultura é uma das bandas mais importantes do mundo no cenário do black/thrash/death metal e fez história no gênero. Músicas como "troops of doom" são clássicos e discos como "Roots" são pontos de virada importantísssimos para toda a música pesada.

Neste vídeo, Joaquim Ghirotti comenta sobre a carreira do Sepultura, sobre a influência da banda em diversos estilos musicais, ate o mais novo album, "the mediator between head and hands must be the heart", que é uma volta aos anos 80 sem esquecer de toda trilha que a banda passou.

PARTE 1





PARTE 2

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Outland e o Fim da violência política em Hollywood - Spoiler-o-rama


Outland e o Fim da violência política em Hollywood - Spoiler-o-rama

Outland (1981) é um filme de Sci-Fi de Peter Hyams, estrelado por Sean Connery. Num futuro distante e indeterminado um xerife locado na lua Io, de Júpiter, enfrenta uma conspiração envolvendo dinheiro e drogas.

Apesar do Sci Fi ser muito renegado e encarado como um cinema de segunda linha, quando analisamos os contextos históricos e sócio-econômicos podemos tirar conclusões muito mais interessantes e profundas. Podemos dizer que este filme é um dos últimos suspiros do cinema violento e político da década de 70.

Joaquim Ghirotti, professor de Roteiro em cursos de graduação e pós graduação, discorre sobre o assunto e nos mostra que não existe grande distância entre o cenário social de Io futurista em Outland e do planeta terra na atualidade.
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Este vídeo artigo apresenta o contexto histórico-cultural da criação do filme Outland, dirigido por Peter Hyams, em 1981. São feitas ligações entre o surgimento da Nova Hollywood e o filme, além de se apresentar o cenário de sci-fi do final dos anos 70 nos quadrinhos adultos. Considerações sobre o surgimento das publicações Heavy Metal/Metal Hurlant e o papel de Moebius, Giger na estética e na linguagem do cinema.




 



 É discutida a apropriação da estrutura de MATAR OU MORRER de Zimmerman dentro do gênero do suspense espacial. Outlando readapta a critica da trama contra grandes corporações e a exploração capitalista desenfreada, para o contexto da sci fi. (podemos estabelecer um paralelo com a Chinesa Foxconn hoje em dia) enquanto Matar ou Morrer é um drama pessoal sobre a falta de empatia e o dilema ético de um homem que fica sozinho por principios. Os paralelos são então com o McCarthismo cinquentista.


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Django Unchained - Quentin Tarantino

Resenha de DJANGO, último filme de Quentin Tarantino. Como esse cineasta se encaixa dentro do cinema contemporâneo e quais são os limites da cinematografia de Tarantino?



Richard Corben e Ragemoor

Análise/resenha do álbum RAGEMOOR, contextualizando a carreira dos autores Jan Strnad e Richard Corben e entendendo a obra como resultado da tradição do horror de H.P. Lovecraft.



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Hipster metal

A MALDIÇÃO DO HIPSTER METAL - UM ESTUDO EM PROFUNDIDADE


 Um hipster/deathcore boy com um corte de cabelo horrendo, alargadores igualmente horrendos que mereciam ser pescados com uma vara e puxados, e uma camiseta do Mayhem, posicionando-se de forma irônica, eclética e faceira sobre o gênero mais malvado do metal, o black metal. Tá aí um cidadão que merecia apanhar. Muito. 

Vou começar dizendo um clichê. Jamais imaginei que... Jamais imaginei que o metal extremo fosse virar algo hipster e descoladinho, sinônimo de uma espécie de intelectualidade, com um verniz obscuro e ameaçador. Mas quando as coisas chegam ao ponto do Thurston Moore entrar numa banda de black metal (coisa que ele não faria em 1992 nem sob ordem judicial), dele sequer se interessar por isso, significa que esse dia chegou. O metal extremo está sendo não só aceito, como também admirado, e produzido, por um grupo de posers.

Acabou. Fechem a loja.

Algo tem se abatido sobre o gênero músical número um de gente não sofisticada e ogra, que curte rock.
Finalmente, os hipsters descobriram o heavy metal. E se apossaram dele.

Tentando entender esse fenômeno, escrevi esse LIVRO sobre o assunto. Só entendendo algo em profundidade chegaremos a seu complicamento completo e complexo. E assim me divirto também. Começo procurando contextualizar o que é o que. O texto é longo. Mas e daí? Você está ocupado? Não, você está na INTERNET, e ninguém que está na internet está ocupado. Portanto engula o choro e leia essa porra. Acompanhem-me os fortes.

Façamos então breve definições do que é o metal, e o que é o hipster, para subsequentemente desabrochar esse RELEVANTE debate. 

Heavy metal é sobre cavalgar no cavalo da vida, seguindo, ceifando inimigos e fazendo seu próprio destino, decepando cabeças, conquistando problemas e mulheres (dois elementos que tem muito em comum, aliás). Enfim, o heavy metal é sobre viver e ser, sendo foda.

Hipsterismo é sobre ser descolado, blasê, intelectual e irônico. Entretendo sua turma com comentários e referencias sobre cultura pop. Tendo um visual style.

Estas definições estão breves. Vamos tentar dar profundidade a idéia de o que é um hipster: pessoas envolvidas em atividades culturais de "vanguarda", que procuram aquilo que é novo, e se definem através disso. O hipster também é um provocador, na verdade, um provocateur, já que alguns deles vivem na île-de-france, como veremos abaixo, e um diletante, sempre divertindo-se com aquilo que gosta, ou a o que se dedica, levando a coisa com um ar de ironia.